Copertino Rosso Riserva, bom tinto do sul da Itália

Copertino Rosso Riserva, bom tinto do sul da Itália

Tinto gostoso, fácil de beber, vindo da Puglia, no sul da Itália, onde atua a Masseria Trajone, braço do grupo Femar Vini, da família Mergè. A história começou nos anos 1920, quando Manlio Mergè iniciou sua produção de vinhos e azeite na região do Lazio, zona do Frascati, perto de Roma. Nos anos 1970 seu filho Armando expandiu os negócios. O formato atual do grupo foi dado por Felice Mergè, o dinâmico filho de Armando, que em 1995 criou a Femar Vini, com propriedades no centro e no sul da Itália.

A Femar tem hoje sob seu guarda-chuva as famílias de vinho Masseria Trajone, Epicuro, Gran Appasso, Nero, Antico Ceppo, Faunus, Montecore, Anfiteatro Tuscolano e Feudi del Duca. No Brasil, os vinhos da coleção Masseria Trajone são distribuídos pela importadora Vinci, de Ciro Lilla (Mistral).

 

Copertino Rosso Riserva 2010

Masseria Trajone – Puglia – Itália – Vinci – R$ 60 – Nota 89

Corte de 70% Negroamaro, 10% Malvasia Nera, 10% Sangiovese e 10% Montepulciano, repousa por 6 meses em barricas de carvalho da Eslavônia. Com sete anos de idade, já está bastante macio e amigável, mas ainda mostra força. Ao nariz aparecem notas de licor de cacau, vermute, canela e frutas secas, indicando o envelhecimento. Tem bom corpo, acidez correta e final longo. Redondo, já está pronto para beber.

A propósito, é um vinho que exemplifica uma situação muito comum em nosso mercado. No Brasil, como o consumo per capita é reduzido (2 litros/ano), muitas vezes as importadoras trazem rótulos que demoram um pouco mais para circular. Por isso, costumam fazer promoções, antes que o produto entre em declínio. É uma boa oportunidade para a clientela reforçar a adega, como no caso deste Copertino Rosso Riserva, cujo preço normal é R$ 85,70. Não é um vinho para se guardar mais. No entanto, do jeito que está já é delicioso (13%).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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